domingo, 22 de novembro de 2009

AULA 16 - REALIZADA EM 19/11/09



PINTANDO O 7






"Os acasos acontecem em estranhas coincidências. Eles nos acenam.
E nós já sabemos do que se trata: uma nova compreensão de coisas
que no fundo sempre existiram em nós..." Fayga Ostrower



Comentários e sugestão de leitura do texto “A arte: Formas e Função” (TP1 – p. 75)

Tivemos a presença da professora de Artes Visuais e Artes Plásticas, Nara Locatelli.
A professora, antes de dar início ao trabalho prático, comentou sobre a importância da pintura. Segundo ela, a pintura está presente em todos os lugares e, no nosso caso, em todas as disciplinas.
A partir das falas e conceitos, Nara começou a explicar o funcionamento da atividade prática: cada aluno cursista deveria ter avental, tinta guache e pincel; depois da mistura de tintas pintaríamos, primeiramente, nosso papel e depois o do colega ao lado. E assim, sucessivamente até que todos passassem pelo trabalho dos outros até pintar completamente o papel e dar por encerrada “a obra” por nós criada, coletivamente.


Finalizado o trabalho, tivemos a oportunidade de explorar o conhecimento de Nara fazendo perguntas e esclarecendo dúvidas sobre este assunto tão fascinante: a pintura.
No encerramento, a professora sugeriu alguns títulos: Criança e pintura: ação e paixão do conhecer, Sandra Richter - Exercícios do olhar: conhecimento e visualidade, Carmem S. G. Aranha – A criança e seu desenho: o nascimento da arte e da escrita, Philippe Greig – Olhos que pintam: a leitura da imagem e o ensino da arte (Anamelia Bueno).

A tutora Luciane comentou sobre os últimos encontros do Gestar II:
Dia 26/11 – Troca de experiências entre os alunos cursistas
Dia 03/12 – Encerramento da turma
Dia 05/12 - Formatura do Gestar II (Português e Matemática)


APROVEITAMOS O MOMENTO DE INSPIRAÇÃO PARA FOTO



OBS.: Ficou como tarefa de casa, a leitura do texto Nem todo uso de língua tem que se pautar
pela norma culta, Irandé Antunes.

sábado, 14 de novembro de 2009

AULA 15 - REALIZADA EM 12/11/09


ATIVIDADE PRÁTICA: OBAAAAAAAAAAAA!!!!

A turma se envolveu em um trabalho manual, cuja técnica é chamada de Panô. A partir da proposta da tutora Luciane, cada integrante deveria recortar, em tecido, alguma figura (borboleta, casa, brinquedo, árvore, sol...) e depois colá-la em um painel. O resultado final foi ótimo!!! Além de terapêutico, pensamos nas possibilidades de se trabalhar com os alunos, a partir da técnica, poemas, produções textuais, limeriques...

A seguir assistimos ao vídeo “Encontro e desencontro” (O povo brasileiro, Darcy Ribeiro), em que o tema abordado foi a cultura brasileira e sua formação. Percebemos a “pluralidade” que compõe nosso país. De acordo com o vídeo, a cultura brasileira é a fusão genética, espiritual, cultural e linguística dos povos indígenas, portugueses e africanos.

Retomamos as questões de interpretação da Unidade 1 (TP1) iniciadas na aula passada e concluímos a correção das 13 perguntas, as quais suscitaram comentários e questionamentos, uma vez que o assunto gramática x linguística (dialetos, idioletos, registros) sempre gera debate entre os professores de língua portuguesa.

Novamente a aula foi enriquecida com o recurso do vídeo: assistimos ao filme “Desmundo”, de Ana Miranda. A história se passa em 1950 e aborda a chegada ao Brasil de um grupo de meninas órfãs, enviadas pela Rainha de Portugal para desposar os primeiros colonizadores. Procuramos identificar a influência de diferentes culturas, principalmente na linguagem, e identificamos palavras de origem portuguesa, espanhola e africana.
Novamente a questão da variedade linguística ficou evidente: ela está presente desde a formação de nosso país e continua tão dinâmica quanto a nossa cultura (sofrendo influências, transformações...).



Encerramos a aula com os slides sobre: Por que tratar da variação lingüística?

P.S.: Levamos, como tarefa de casa, a proposta de leitura dos textos “A vaguidão especifica” e “Existe linguagem errada?” (AAA1 – p. 59 e 61). A partir da leitura, a tutora pediu que trabalhássemos os textos e as questões com nossos alunos.

AULA 14 - REALIZADA EM 05/11/09

A tutora Luciane iniciou as atividades lendo a crônica “Vai para a feira do livro”, de Moacyr Scliar. Além de ser um texto propício para o momento, pois a feira do livro é “o assunto” dos professores de português, o texto é muito interessante e oferece a possibilidade de trabalhar pontuação com os alunos.
Num segundo momento, comentamos sobre os textos lidos durante a semana (tarefa a ser apresentada nesta aula): Concluímos que definir “ponto de vista” e “foco narrativo” não é uma tarefa fácil, uma vez que é muito tênue a linha que divide um conceito de outro: no foco narrativo temos a voz e o ponto de vista do narrador, enquanto que o ponto de vista pode ser apresentado a partir do narrador ou não.
Assistimos ao vídeo “Vida Maria” e apontamos possibilidades de explorar o filme em sala. Ele apresenta situações que fazem parte da realidade que cerca nossos alunos: A exclusão social, a pobreza, o analfabetismo e a ignorância das personagens.
Tendo como base o material de apoio, a tutora conduziu as atividades de leitura dos textos “A gíria” (pg. 43 – AAA1), “Retrato de velho” (pg. 14 – TP1), e “noção de NORMA” (pg. 23 – TP1). Tendo o embasamento teórico, lemos e comentamos a crônica “Grande África”, de Martha Medeiros e assistimos ao vídeo “Língua: Vidas em português”. Comentamos sobre a dinâmica da língua e as influências que ela sofre e de acordo com o vídeo percebemos que “não há uma língua portuguesa, mas sim línguas em português”.
A tutora recomendou-nos a leitura do livro Nada na língua é por acaso, de Marcos Bagno. Segundo o linguista, “a língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição (...) tem seu valor e seus mérito, mas é parcial e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua...(BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico, o que é e como se faz. Loyola, 2ª. ed., São Paulo, 1999 – p. 09)
A seguir, retomamos os conceitos das variantes linguísticas:

Dialetos: Variantes comuns a um grupo
Registros: Variantes do uso de cada sujeito numa dada situação de interação
Idioleto: Forma particular de se expressar

Para finalizar, retomamos a Unidade 1 do TP 1 e respondemos às questões de interpretação.

AULA 13 - REALIZADA EM 29/10/09

Levando em consideração a tarefa proposta na aula anterior e as discussões feitas sobre os conceitos de “ponto de vista” e “foco narrativo”, assistimos ao filme “Ponto de Vista” e a seguir comentamos sobre as várias possibilidades de interpretação.
Lemos o texto “Ponto de vista” (p. 145 – TP1), e vimos que “o diálogo que o sujeito e a sociedade fazem com os textos de outra época e outro lugar apresenta a maneira peculiar de olhar que têm tal sujeito e tal sociedade. Esse olhar peculiar define o ponto de vista.”
Levando em consideração os conceitos vistos (foco narrativo e ponto de vista), fizemos a análise do Cartum da p. 147 e a seguir lemos o poema “Uma semana e vários pontos de vista” (p. 118 – AAA1)

AULA 12 - REALIZADA EM 22/10/09

ESTUDO DA ARGUMENTAÇÃO

Para argumentação da tese:
Argumentos baseados em exemplos
Argumentos baseados no senso comum
Argumentos baseados em provas concretas
Argumentos por raciocínio lógico
Argumentos por ilustração

A INTERTEXTUALIDADE

Processos intertextuais:
Alusão
Referência
Epígrafe
Paráfrase
Paródia
pastiche

AULA 11 - REALIZADA EM 15/10/09

Confraternização pelo Dia do professor;
Leitura do texto “Dia do professor”, Moacyr Scliar (ZH, 13/10/09);
Slides sobre “Educar o olhar”, de Rubem Alves;
Construção da Argumentação (TP6).

AULA 10 - REALIZADA EM 08/10/09

Inicialmente a tutora comentou os dias em que ocorrerão as aulas aos sábados e também sobre a possibilidade de mudança do local das aulas atuais, deixando de ser na Escola Weibert.
Em seguida, foi lido o poema “Feijoada” de Vinícius de Moraes (p. 33 AA5). Para ilustrar, a professora Luciane distribuiu grãos de feijão aos alunos cursistas e a medida que as estrofes eram lidas, o leitor devolvia os grãos.
Fizemos a leitura do texto “Indígenas: testemunhos da mãe terra” (p. 126 – 130, TP6) e a seguir debatemos sobre a forma como corrigimos os textos dos alunos. Concluímos que a prática é feita por quase todos os professores de português, ou seja, nossos comentários são amplos e, normalmente, não são entendidos pelos alunos). A tutora comentou sobre a possibilidade de termos, como ferramenta de apoio, uma tabela com códigos de revisão de textos.

AULA 09 - REALIZADA EM 24/09/09

Recados: O encontro de hoje encerra a 1ª. etapa;
O próximo encontro será na escola Irmão Weibert.

Retomamos os conceitos de coesão e coerência textual (p. 116 – TP5)

Para entendermos de que forma esses conceitos se aplicam ao texto, lemos e analisamos os textos “Circuito Fechado”, de Ricardo Ramos e “Vidinha Redonda”, de Kátia da Costa Aguiar. Concluímos que, embora os textos não apresentem os elos coesivos (preposições, conjunções, advérbios...O que são responsáveis pela microestrutura, temos um texto com coerência, pois na macroestrutura é possível compreender a mensagem.

Coesão é o conjunto de recursos semânticos por meio dos quais uma sentença se liga com a que veio antes.
Laço ou elo coesivo é cada ocorrência de um recurso coesivo no texto.

Vídeo: Ri melhor quem ri em grupo (Análise do vídeo sobre Língua Portuguesa);
Leitura do texto “Segredos da seda “ (p. 143) e música “Passe em casa”;
Tarefa para próxima aula: escolher uma atividade da Unidade 19 (AAA5) sobre coesão, para trabalhar com os alunos.

AULA 08 - REALIZADA EM 17/09/09

1º.) Leitutra do texto “Escrever” de Rita Nasser;
2º.) Discussão sobre coerência e coesão textual (Material de apoio – TP5);
3º.) Segue um exemplo de texto que apresenta coesão (microestrutura), mas total ausência de coerência (macroestrutura):



“Subi a porta e fechei a escada,
Tirei minhas orações e recitei
Meus sapatos
Desliguei a cama e deitei-me na luz
Tudo porque ele me deu u beijo de
Boa noite.”
Autor anônimo


Estudo de estilo e variedade linguística

A diferença entre estilo e variedade linguística está na intenção do indivíduo, no momento da fala:
A estilística leva em consideração o que o falante deseja manifestar ou transmitir naquele momento (emoção, tristeza, alegria...);
A variedade linguística é a forma particular de uso da língua (característica permanente).

Estudamos ainda os conceitos de dialeto, idioleto, ritmo e sílaba:

Dialeto: É a forma como um grupo faz uso da língua (apresenta uma regularidade);
Idioleto: É o conjunto de marcas pessoais da língua de cada indivíduo;
Ritmo: Movimento ou ruído que se repete em intervalos regulares;
Sílaba: Grupo de sons promovidos numa só expiração.

Para finalizar a aula, realizamos a técnica do GV x GO, levando em consideração as discussões feitas da seção 1 (TP5).

AULA 07 - REALIZADA EM 03/09/09

Discussão sobre o filme “Narradores de Javé”;
Leitura de textos produzidos pelos alunos-cursistas;
Trabalho em grupo para finalização do TP4.